Globalização, pero no mucho Fonte: https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/geografia/globalizacao Há pelo menos 30 anos a ideia de globalização foi incorporada à narrativa sobre o nosso tempo. Primeiro, apareceu como uma expressão que, cunhada no discurso midiático, era capaz de traduzir rapidamente um conjunto de transformações no mundo, que ainda não estavam decifradas no plano científico. Depois, vários pesquisadoresContinuar lendo “Bolívia e Peru 3”
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Bolívia e Peru 2
Do Cerrado ao Pantanal Fonte: https://app.estuda.com/questoes/?id=5607458 Num país extenso e diverso ambientalmente como o Brasil, de algum modo, vão se constituindo representações sobre o ambiente natural que hierarquizam os diferentes biomas e suas paisagens. Quando estava cursando os antigos cursos Primário e Ginásio adorava as aulas de Geografia, sem imaginar que seria um dia geógrafa.Continuar lendo “Bolívia e Peru 2”
Bolívia e Peru 1
Entrando no Cerrado sob 40 graus Fonte: https://pt.vecteezy.com/arte-vetorial/2898214-termometro-de-calor-40-graus-celsius Às vezes tenho dificuldade de explicar, a um ou outro, por que resolvemos fazer uma viagem como esta. Serão alguns milhares de quilômetros de carro, por estradas que não são boas como as autopistas, que percorremos, quando viajamos pela Europa ou pelos Estados Unidos. Alguns argumentam queContinuar lendo “Bolívia e Peru 1”
Uzbequistão 11 – Khiva e os objetos que contam sua história
Como em todo mundo de influência árabe, não há clara distinção entre o espaço privado e o público, assim o comércio está por todo lado, em lojas, tendas, praças, ruas… Além das mercadorias que já havíamos visto em Tashkent, Samarqanda e Bukhara, aqui em Khiva chamou atenção a oferta de produtos resultantes da influência mongolContinuar lendo “Uzbequistão 11 – Khiva e os objetos que contam sua história”
Uzbequistão 10 – Khiva em apenas 24 horas
Uma parte da população de Khiva vive dentro da muralha, ocupando construções antigas que compõem, lado a lado às grandes edificações históricas, um ambiente bastante homogêneo, em que os tons ocre predominam. Essa população, no entanto, não pode alterar ou ampliar suas casas sem autorização do poder público, de modo a que seja verificado seContinuar lendo “Uzbequistão 10 – Khiva em apenas 24 horas”
Uzbequistão 9 – Chegando à Khiva de muitos tempos e muitas histórias
A viagem entre Bukhara e Khiva foi efetivamente uma expedição. Na véspera, o guia já nos preparou informando que deveríamos levar um lanche, porque não haveria “paradas técnicas” onde se vendesse algo para comer. Partimos às 8h00 e chegamos 15h30, para atravessar 430 km. A primeira parte foi terrível, porque a rodovia estava em muitoContinuar lendo “Uzbequistão 9 – Chegando à Khiva de muitos tempos e muitas histórias”
Uzbequistão 8 – Bukhara, suas mercadorias e sua gente
Quando jogo no Google a expressão “mundo das mercadorias”, as vinte primeiras referências referem-se ao capitalismo e/ou à teoria marxista que desnudou o papel delas na construção objetiva e subjetiva do capitalismo. Ok, é isso mesmo, no sentido científico que essa expressão tem ela se refere ao fato de que foi, no Ocidente, com aContinuar lendo “Uzbequistão 8 – Bukhara, suas mercadorias e sua gente”
Uzbequistão 7 – Bukhara, uma cidade de alma persa
Agora sim, eu estou numa cidade histórica do único jeito que eu imaginava que elas poderiam ser. Em Samarqanda, havia ficado decepcionada por não haver uma parte bem delimitada do espaço urbano que eu pudesse reconhecer como sítio histórico, já que as edificações mais importantes estão dispersas pelo atual espaço urbano e localizam-se, inclusive, foraContinuar lendo “Uzbequistão 7 – Bukhara, uma cidade de alma persa”
Uzbequistão 6 – Samarqanda, uma cidade das mil e uma noites
A foto que fiz de uma pintura que estava no museu (por isso o reflexo das luzes no vidro da gravura) mostra a importância que Samarqanda deve ter tido no passado. A representação de sua feira (bazar em árabe) indica que ali se vendia de tudo, com destaque para os tapetes, e havia muita gente.Continuar lendo “Uzbequistão 6 – Samarqanda, uma cidade das mil e uma noites”
Uzbequistão 5 – Samarqanda, a capital do império
O percurso entre Tashkent e Samarqanda (estranho “q” sem “u” não é mesmo?) foi feito por trem de alta velocidade, uma herança do período russo. As duas estações eram bonitas e bem conservadas e viajamos de modo muito eficaz, com conforto e rapidez. Foi bom sair da capital e ver como se organiza o espaçoContinuar lendo “Uzbequistão 5 – Samarqanda, a capital do império”