Como em todo mundo de influência árabe, não há clara distinção entre o espaço privado e o público, assim o comércio está por todo lado, em lojas, tendas, praças, ruas… Além das mercadorias que já havíamos visto em Tashkent, Samarqanda e Bukhara, aqui em Khiva chamou atenção a oferta de produtos resultantes da influência mongolContinuar lendo “Uzbequistão 11 – Khiva e os objetos que contam sua história”
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Uzbequistão 10 – Khiva em apenas 24 horas
Uma parte da população de Khiva vive dentro da muralha, ocupando construções antigas que compõem, lado a lado às grandes edificações históricas, um ambiente bastante homogêneo, em que os tons ocre predominam. Essa população, no entanto, não pode alterar ou ampliar suas casas sem autorização do poder público, de modo a que seja verificado seContinuar lendo “Uzbequistão 10 – Khiva em apenas 24 horas”
Uzbequistão 9 – Chegando à Khiva de muitos tempos e muitas histórias
A viagem entre Bukhara e Khiva foi efetivamente uma expedição. Na véspera, o guia já nos preparou informando que deveríamos levar um lanche, porque não haveria “paradas técnicas” onde se vendesse algo para comer. Partimos às 8h00 e chegamos 15h30, para atravessar 430 km. A primeira parte foi terrível, porque a rodovia estava em muitoContinuar lendo “Uzbequistão 9 – Chegando à Khiva de muitos tempos e muitas histórias”
Uzbequistão 8 – Bukhara, suas mercadorias e sua gente
Quando jogo no Google a expressão “mundo das mercadorias”, as vinte primeiras referências referem-se ao capitalismo e/ou à teoria marxista que desnudou o papel delas na construção objetiva e subjetiva do capitalismo. Ok, é isso mesmo, no sentido científico que essa expressão tem ela se refere ao fato de que foi, no Ocidente, com aContinuar lendo “Uzbequistão 8 – Bukhara, suas mercadorias e sua gente”
Uzbequistão 7 – Bukhara, uma cidade de alma persa
Agora sim, eu estou numa cidade histórica do único jeito que eu imaginava que elas poderiam ser. Em Samarqanda, havia ficado decepcionada por não haver uma parte bem delimitada do espaço urbano que eu pudesse reconhecer como sítio histórico, já que as edificações mais importantes estão dispersas pelo atual espaço urbano e localizam-se, inclusive, foraContinuar lendo “Uzbequistão 7 – Bukhara, uma cidade de alma persa”
Uzbequistão 6 – Samarqanda, uma cidade das mil e uma noites
A foto que fiz de uma pintura que estava no museu (por isso o reflexo das luzes no vidro da gravura) mostra a importância que Samarqanda deve ter tido no passado. A representação de sua feira (bazar em árabe) indica que ali se vendia de tudo, com destaque para os tapetes, e havia muita gente.Continuar lendo “Uzbequistão 6 – Samarqanda, uma cidade das mil e uma noites”
Uzbequistão 5 – Samarqanda, a capital do império
O percurso entre Tashkent e Samarqanda (estranho “q” sem “u” não é mesmo?) foi feito por trem de alta velocidade, uma herança do período russo. As duas estações eram bonitas e bem conservadas e viajamos de modo muito eficaz, com conforto e rapidez. Foi bom sair da capital e ver como se organiza o espaçoContinuar lendo “Uzbequistão 5 – Samarqanda, a capital do império”
Uzbequistão 4 – Tashkent entre o Oriente e o Ocidente
Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/38329488 Como eu já tinha escrito sobre a Tahkent de ontem e a de hoje, fiquei procurando um título que pudesse designar o que ainda desejo descrever agora sobre essa cidade. Primeiramente, veio-me a ideia de algo como “Entre o passado e o presente”, já que quero contar tanto sobre a mesquita e oContinuar lendo “Uzbequistão 4 – Tashkent entre o Oriente e o Ocidente”
Uzbequistão 3 – A Tashkent de ontem
A visita principal que os turistas fazem, em Tashkent, é a que compreende o complexo, que eles chamam de Khaste Imon. Podemos nomeá-la como cidade antiga ou histórica. O espaço está super bem cuidado e com um paisagismo agradável, pois entre as construções históricas e as novas, há jardins com poucas espécies arbustivas, dominando asContinuar lendo “Uzbequistão 3 – A Tashkent de ontem”
Uzbequistão 2 – A Tashkent de hoje
Quando somos turistas, aprendemos sobre os lugares pelos olhos e pelas ideias dos guias. São eles que nos mostram os pontos selecionados para o roteiro, que nos descrevem o que lhes ensinou outrem, bem ou mal, e misturam tudo com uma pitada das suas opiniões, sempre confiantes, conscientemente ou não, de que pouco ou nadaContinuar lendo “Uzbequistão 2 – A Tashkent de hoje”