Voltar a Paris sempre nos leva de volta a todas as outras nossas visitas a ela, tanto aquelas que a literatura nos oferece, como o maravilhoso livro de Hemingway, como as que, de fato, ocorreram, quando tivemos a chance de andar por suas ruas e constatar que lá está esta cidade, sempre a mesmo, embora completamente diferente em seus conteúdos e em sua vida social.
Otto
otto
Uma carta do Otto ao “mundo” no dia do seu nascimento. Assim, sua avó resolveu dar voz a ele, mas tudo isso é um muito pouco, porque se trata, apenas, do que ela supõe que ele queria falar ao mundo ou melhor o que ela queria falar por ele. Provavelmente, suas sensações, seus sentimentos, suas impressões de sua chegada a este planeta Terra sejam bem diferentes.
O sol do Mediterrâneo
Fazer um cruzeiro num transatlântico é um desejo que muitas mulheres têm (deixamos os homens terem essa vontade também, mas digamos que o desejo, esse que implica no sonho e na idealização, é direito só nosso). Quando isso se realiza quando uma mulher tem mais de cinquenta anos e o cenário é o Mar Mediterrâneo, tudo pode acontecer.
Porque não somos portugueses
Que os portugueses e os franceses me desculpem pela simplificação. Isso não é um artigo científico e contém todas as imprecisões às quais impressões pessoais nos levam. Por isso, esse pequeno texto foi classificado como “quase um ensaio”, no sentido de que apenas consegui ensaiar explicações para sentimentos que são tão dúbios.
Du soleil à l’orange
Microsoft Word – Du soleil à l’orange
Esse texto não é para qualquer um ler, só vai entendê-lo quem já pensou que era boíssima e agora já sabe que é apenas mais ou menos.
Habitat ONU 2010
habitat onu – rio de janeiro 2010
Escrevi este pequeno relato, muito parcial e muito pessoal, do evento realizado no Rio de Janeiro, em março de 2010 – Habitat ONU.