Voltando a Viena para um congresso

Já havíamos estado na capital da Áustria por duas vezes. A primeira, em 2006, por ocasião de numa viagem que realizamos do Leste para o Centro da Europa, começando em Budapeste, passando por Praga, Viena, Dresden e chegando a Berlim. Foi um percurso muito agradável, porque estávamos de ônibus com uma guia espanhola que, alémContinuar lendo “Voltando a Viena para um congresso”

Baden bei Wien, Beethoven e um coreano. Um coreano?

Na Europa, há algumas cidades termais que se notabilizaram, desde os séculos XVIII e XIX, por serem uma espécie de refúgio de verão para suas elites. Tivemos a oportunidade, em outras viagens, de conhecerduas delas. Uma foi Karlovy Vary, na República Tcheca, que impressiona muito pela beleza arquitetônica e pelo entorno, pois está encaixada emContinuar lendo “Baden bei Wien, Beethoven e um coreano. Um coreano?”

Tallinn, entre turistas, portas e flores

Resolvemos usar um dia da nossa permanência em Helsinque para conhecer Tallinn, capital da Estônia que está separada da Finlândia pelo Mar Báltico. Isso exigiu toda uma preparação com procedimentos, verdadeiros protocolos, que o turista atual tem que dominar, mas nem sempre isso é fácil para todos. É preciso entrar no Google e descobrir quaisContinuar lendo “Tallinn, entre turistas, portas e flores”

Helsinque, a Oodi é mesmo uma biblioteca?

Se alguém me perguntasse: “Mikä Helsingissä miellytti minua eniten?“ Eu responderia: “Eniten pidin Oodista, sen kirjastosta“. Ela é realmente muito mais que uma biblioteca. A foto acima eu registrei para mostrar um pouco da sua arquitetura, mas as outras duas que foram extraídas da web são bem melhores, porque mostram de modo completo suas formasContinuar lendo “Helsinque, a Oodi é mesmo uma biblioteca?”

Helsinque, a estátua e a pomba indiferente

Acabei o primeiro capítulo do diário de minha viagem à Finlândia, chamando atenção para algumas qualidades de Helsinque. Quero escrever, agora, um pouco sobre elas, mas apenas como testemunho de uma turista, sem qualquer intenção de precisão científica e nem de cuidado jornalístico, porque sei que são impressões parciais sobre uma realidade que, com certeza,Continuar lendo “Helsinque, a estátua e a pomba indiferente”

Helsinque, na pontinha da Finlândia

Meus olhos sempre dançam pelos mapas. É, em parte, vício de ofício, porque sou geógrafa, mas talvez seja também minha vontade de sempre conhecer lugares novos, pessoas parecidas comigo ou muito diferentes, paisagens que supreendam, enfim, o que está do lado de lá do meu mundinho. No começo isso era feito em livros e atlas,Continuar lendo “Helsinque, na pontinha da Finlândia”