Duas geógrafas num quarto de hospital

O texto parece um conto, mas é um relato do que me ocorreu em março de 2010, após contrair uma bactéria e parar no hospital. Se tivesse pensado numa personagem geógrafa, como eu, mas que não conhece Milton Santos, teria achado inverossímel e desistido dela. No entanto, alguém já lembrou muito bem que a realidade é mais criativa que a criatividade.

Paris (ainda) é uma festa

Paris ainda é uma festa

Voltar a Paris sempre nos leva de volta a todas as outras nossas visitas a ela, tanto aquelas que a literatura nos oferece, como o maravilhoso livro de Hemingway, como as que, de fato, ocorreram, quando tivemos a chance de andar por suas ruas e constatar que lá está esta cidade, sempre a mesmo, embora completamente diferente em seus conteúdos e em sua vida social.

Otto

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otto

Uma carta do Otto ao “mundo” no dia do seu nascimento. Assim, sua avó resolveu dar voz a ele, mas tudo isso é um muito pouco, porque se trata, apenas, do que ela supõe que ele queria falar ao mundo ou melhor o que ela queria falar por ele. Provavelmente, suas sensações, seus sentimentos, suas impressões de sua chegada a este planeta Terra sejam bem diferentes.

O sol do Mediterrâneo

O sol do Mediterrâneo

Fazer um cruzeiro num transatlântico é um desejo que muitas mulheres têm (deixamos os homens terem essa vontade também, mas digamos que o desejo, esse que implica no sonho e na idealização, é direito só nosso). Quando isso se realiza quando uma mulher tem mais de cinquenta anos e o cenário é o Mar Mediterrâneo, tudo pode acontecer.

Porque não somos portugueses

Porque não somos portugueses

Que os portugueses e os franceses me desculpem pela simplificação. Isso não é um artigo científico e contém todas as imprecisões às quais impressões pessoais nos levam. Por isso, esse pequeno texto foi classificado como “quase um ensaio”, no sentido de que apenas consegui ensaiar explicações para sentimentos que são  tão dúbios.